terça-feira, 10 de março de 2015

Queremos ser a capital do grafite?






naofo.de | Queremos ser a capital do grafite? - Opinião - Estadão



Grafite em São Paulo: ignorância tem limite (resposta ao artigo de Roberto Duailibi)

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GRAFFITI SO PAULO NUNCA



No dia 4 de março, o publicitário Roberto Duailibi publicou um artigo em sua coluna no Estadão contra os grafites em São Paulo. Intitulado "Queremos ser a capital do grafite?", o artigo demonstra uma ignorância assustadora sobre esta vertente artística e sobre os próprios processos urbanísticos da cidade.
Ao ler o texto, fiquei extremamente indignado com a abordagem e, no ímpeto do sentimento, escrevi o texto abaixo, que mandei para todos os e-mails que encontrei doEstadão mas que claro não foi publicado (até porque já era bem tarde da noite).
Como registro, publico aqui a indignação.
Caro Sr. Duailibi,
sua opinião sobre os grafites na cidade de São Paulo me fez pensar em temas muito mais amplos do que as próprias intervenções urbanas. A questão não está mais no uso da arte por vozes oprimidas pelas forças hegemônicas, mas sim na construção de pensamento da educação privada que tanto se expande em um país como o Brasil. Ao ler/ver/escutar sobre o sucateamento da educação pública (principalmente em nosso querido Tucanistão e em um ano de eleição no esquema Fla x Flu), penso que, às vezes, o problema não é a educação pública, mas sim a educação como um todo estar mal estruturada. Ler seus pensamentos sobre uma vertente artística legítima me faz pensar que erramos também na educação privada.
O grafite, por definição, é a representação de uma voz oprimida dentro das questões tanto do mercado da arte como do próprio urbanismo. Políticas urbanas como as "broken windows" (ou janelas quebradas), em que a repressão policial é usada para barrar qualquer possibilidade de uso orgânico do espaço, demonstram a força e o poder de articulação de uma expressão que usa as ruas e os muros como telas e como meios de comunicação com os "comuns". O grafite é a emergência de uma demanda, de um pedido, de uma situação ignorada e reprimida. Só esse argumento simples e extremamente visível em qualquer periferia (não à toa que a Polícia Militar é o meio para o genocídio de jovens negros e pobres) demonstra que a expressão artística do grafite não é nada "fascista". Não nasce e não se propaga por meio de discursos e conceitos restritivos. Muito pelo contrário. O grafite surge como uma expressão latente de uma camada da população diretamente oprimida por causa do discurso hegemônico, privado, que entende que o gosto da arte está ligado às elites e não às periferias.
A administração municipal fez muito bem ao estruturar uma grande avenida, com circulação diária de pessoas extremamente alta, como tela para estas vozes até então escondidas em guetos e em articulações alternativas. Passar todos os dias pela Av. 23 de maio e ver diferentes traços e prospecções artísticas é de uma progressão imensurável comparada às administrações anteriores que tivemos nesta grande metrópole.
São Paulo, para a sua informação, não é só reconhecida por estes eventos privados que você tanto se orgulha (como "feiras, exposições, convenções, reuniões importantes"). Não. São Paulo é reconhecida, inclusive no mundo da arte internacional (eu entendi que você não entende sobre arte. Tudo bem, mas vamos pensar sobre o tema antes de escrever para um grande jornal), por sua vocação em arte de rua. Se você conheceu Os Gêmeos em sua fase de expor em galerias e fazer trabalhos comissionados, saiba que eles começaram como qualquer outro grafiteiro: ocupando os muros que estavam ali e separavam a vida deles da sua vida de elite paulistana. O grafite tem sim "relevância mundial", muito mais do que você imagina pelo seu desconhecimento do que é arte e quais discussões existem dentre deste campo.
Sinto-me extremamente frustrado ao ler o seu artigo em um grande jornal principalmente por saber que o Sr. não é nenhum ignorante em termos de formação. E se não é, por que decide ser tão ignorante publicamente? Acredito que nós devemos não só discutir os problemas da formação pública, mas também incluir os problemas da formação privada porque opiniões sem nenhum embasamento ou teor crítico como estas só trazem a desinformação para uma cidade para lá de caótica como São Paulo.
E viva o grafite!

na página que deseja encurtar)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Modern sword still the same old sword that only kills

Modern sword still the same old sword that only kills. People, "not people": iracional animal that lives as if still in prehistory, did not evolve as a human being who believes he can kill in the name of God, troglodytes iracionais. In fact profiteers are bandits who take advantage of conniving situations, wolves in sheep's clothing.

A espada moderna continua sendo a mesma velha espada que só mata. As pessoas, " pessoas Não" : Animal iracional que vive como se ainda estivesse na pré-história, não evoluiu como ser humano, que acredita que ele pode matar em nome de um Deus, trogloditas iracionais. Na verdade são bandidos aproveitadores, que se aproveitam de situações coniventes, lobos em pele de ovelhas.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

contemporary hero


The homeless today, is a contemporary hero, he lives as if he were still in pre-history, but with some changes: Before she hunted to survive, today he collects scrap to sell and buy food and it is important for society current, because the amount of waste that is produced daily in the world, the collector of junk, becomes a being important and necessary for society. Before he slept in caves for protection from the cold rain and the danger they could be eaten by a wild animal and some bigger than him, now he sleeps wherever the shelter from rain and cold and he often has a dog to protect the man animal, which often are violent only for pleasure or trading lives for diamond, difernte of prehistoric animals that were iracionais and wild by nature. The homeless let his beard and long hair, for lack of oporutnidade and hygiene, but there are normal people who leave for fashion: (as the dreads Jamaican), as the cave man. It seems that the more we evolve, but we are similar to them, it seems a step backwards. If you think about the cave man who was happy: he had, fesco air, clean water, housing, food and did not have to pay any tax for it. Today we breathe a polluted air, lost time of our life in the traffic chaos, eat sweetened and frozen foods that do not have the same taste and flavors and still paid dearly for it. Be beggar in today's times is to be a hero against the current system, but it can also be a conseqência, so the next time you pass by the homeless, reflect: the world will be a better place to live, when all its citizens have a good place to eat with dornir and peace, safety and comfort and pay little for it. I imagine the frustration that must be a person who has lots of money and live in a city where 80% of its citizens are miserable and that citizen "successful" can not get out of her strength to be able to enjoy your property, a wealthy citizen is not one that has a castle and asua back misery and greed of their property, the rich citizen is one who lives in a Dad or city where he can walk quietly through the streets without fear of power being hurt by gold which owns and have peace of mind that your castle is safe and sound when he comes back. To conclude: The more intelligent a man gets, the more wild and troglodyte it becomes.



O sem teto de hoje, é um herói contemporâneo, ele vive como se ainda estivesse na pré- história, mas com algumas mudanças: Antes ela caçava para sobreviver, hoje ele recolhe sucatas para vender e comprar alimentos e isso o faz importante para a sociedade atual, devido a quantidade de lixo que é produzida diariamente no mundo, esse catador de sucata, se torna um ser importante e necessário para a sociedade. Antes ele dormia em cavernas para se proteger do frio da chuva e do perigo que podia ser comido por um algum animal selvagem e de maior porte que ele, hoje ele dorme em qualquer lugar que o abrigue da chuva e do frio e muitas vezes ele possui um cachorro para o proteger do animal homem, que muitas vezes são violentos só por prazer ou que trocam vidas por diamante, difernte dos animais pré-históricos que eram iracionais e selvagem por natureza. O sem teto deixa a barba e cabelo comprido, por falta de oporutnidade e de higiêne, mas existem pessoas normais que deixam por moda: (como os dreads dos jamaicanos), como os homen da caverna. Parece que quanto mais evoluímos, mas nos parecemos com eles, parece um retrocesso. Se pararmos para pensar o homem da caverna que era feliz: ele tinha, ar fesco, agua limpa, moradia, alimento e não precisava pagar nenhum imposto por isso. Hoje nos respiramos um ar poluído, perdemos tempo da nossa vida no caos do trânsito, comemos comidas adulteradas e congeladas que não tem o mesmo gosto e sabores e ainda pagamos caro por isso. Ser mendigo nos tempos de hoje é ser um herói contra o sistema atual, mas isso também pode ser uma conseqência, por isso a proxima vez que você passar por sem teto, reflita: que o mundo só vai ser um lugar melhor para viver, quando todos os seus cidadões tiverem um bom lugar para dornir e comer com paz, segurança e conforto e pagar pouco por isso. Eu imagino a frustação que deve ser de uma pessoa que tem muito dinheiro e vive em uma cidade onde 80 % dos seus cidadões são miseravéis e esse cidadão "bem sucedido" não possa sair da sua fortaleza para poder desfrutar dos seus bens, um cidadão rico não é aquele que possui um castelo e asua volta a miséria e a cobiça dos seus bens , o cidadão rico é aquele que vive em um paiz ou cidade onde ele possa andar tranquilamente pelas ruas sem o temor de poder ser ferido pelo ouro que possui e ter a tranquilidade de que o seu castelo está são e salvo quando ele voltar. Para terminar: Quanto mais inteligente o homem fica, mais selvagem e troglodita ele se torna.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

when I breathe or drink I can feel him blessing me and filling me with his praise


I want to see my son. have courage and observes the simple things in life,
 life is difficult and there is bad people, but there is also good people. 
have the courage to be what you want to be, have the courage to say what you think. 
love is more valuable than money. money can not buy the feeling that comes from the heart, 
the most important is to learn from life, the wisdom it teaches you, but also know the history of men, learn to add and subtract, write and read, to better express themselves, 
smile and be happy, 
because money can not buy life. air and water, both are colorless and tasteless, as is faith, but without them there is no life and are free, as God created it, because when I breathe or drink 
I can feel him blessing me and filling me with his praise, this is the most important:
 Breathing and quench your thirst, the rest is worthless.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

The rain noise calms me and bedtime. My bed is my birthplace, my sacred place of rest, where it should feel safe. But my thoughts worry him me and do not rest, turning the mattress in thorns and the pillow stone. Still raining it off, the noise bothers me now, which was music became an alarm clock. the water that falls outside it does not wet me but my sweat soaks me. No need to cover me but I need to sleep.


O barulho da chuva me acalma e me nina.
A minha cama é o meu berço,
meu lugar sagrado de descanço,
onde deveria me sentir seguro.
 Mas os meus pensamentos me pertubam e não descansam,
 transformando o colchão em espinhos
e o travesseiro em pedra.
Continua chovendo la fora,
o barulho agora me incomoda,
o que era musica se tornou um despertador.
 a água que cai la fora não me molha
mas meu suor me encharca.
Não preciso me cobrir
mas preciso dormir.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Consideração total

Existe pessoas que nos acabamos nos identificando muito de primeira, foi o que aconteceu entre eu  e os cara da DeeKaaddencia , apesar de nos conhecermos anos pelos  muros de São Paulo, mas não nos conhecíamos pessoalmente, impressionante como falamos a mesma linguá, parece que somos amigos de longa data,  nós temos os mesmos ideais e respeitamos os princípios do movimento: considero muito esses caras, tenho uma grande admiração pela a atitude e amizade deles.